19 agosto 2013

Livro: Gente Tóxica - como lidar com pessoas difíceis

postado por Rachel



Na minha opinião, quando você inicia um blog, você almeja em primeiro lugar, um dia ser lido. Já em segundo, como foi o meu caso, deseja ajudar alguém através dos textos publicados. Creio ter conseguido esses dois feitos e, portanto, já me sinto bastante realizada em ter um blog e de aos poucos estar mudando o conceito do mesmo, que antes tinha como tema inicial e exclusivo, o emagrecimento de forma superficial. Dito isto, hoje quero complementar um assunto que deu muito o que falar aqui no blog e que gerou uma troca de informação imensa através do meu email. Sim, complementar, pois o primeiro post sobre o assunto foi quando indiquei o livro Codependêcia nunca mais, da autora Melody Beattie. Recebi um retorno muito grande de pessoas agradecendo o meu desabafo e, mais, recebi emails de pessoas contando suas próprias histórias. Foi uma troca muito positiva e que acrescentou um pouco mais de força a cada um dos envolvidos e meios para buscarmos a solução de nossos problemas.

Bom, o livro que quero indicar pode sim fazer uma ponte poderosa ao assunto da codependência, mas também pode ajudar pessoas em outras frentes. O livro "Gente tóxica - Como lidar com pessoas difíceis e não ser dominado por elas", do terapeuta Bernando Stamateas, nos faz identificar pessoas que sugam toda nossa atenção/energia para estarem sempre no comando de nossas vidas. O livro é muito interessante, pois traz tópicos com descrições desses comportamentos doentios que nos enfraquecem, nos aprisionam e que não nos deixam ir para frente. Nem sempre podemos escolher fugir de determinadas pessoas como gostaríamos, pois elas fazem parte de nosso núcleo familiar, mas o autor nos dá uma luz indicando comportamentos a serem seguidos para que não sejamos manipulados, sugados e destruídos por elas.

Minha intenção é sempre indicar livros, filmes, textos, blogs que apontem uma luz onde antes pensávamos não haver. Se você tem por perto um "desqualificador" (aquele que adora rebaixar seus esforços, conduta, trabalho, objetivos, a nada); um "manipulador pela culpa" (aquele que sempre tenta te fazer realizar algo, dando como desculpa ameaças contra si mesmo ou contra você, que mexem diretamente com o seu emocional); ou um mentiroso compulsivo; ou um chefe autoritário; ou um fofoqueiro que vive plantando discórdia; ou um orgulhoso; ou várias outras personalidades problemáticas por perto, dedique alguns minutos a essa leitura. Você aqui encontra conhecimento sobre o perfil do problema e formas práticas de se desvencilhar deles preservando-se mais.

É possível mudar de atitude, de postura e é possível ser alguém melhor em uma vida feliz.
Eu acredito e acho que você deveria acreditar também.



6 comentários:

  1. Sempre tem gente assim...Li tb esses dias o Livro "como lidar com pessoas difíceis". È um treinamento diário...não adianta!
    Obrigada por compartilhar

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  2. Obrigada por mais um dica Rachel!!

    Estou precisando mesmo de uma leitura assim. Logo que puder vou atrás deste livro.

    Bjos

    http://metamorfoseanali.blogspot.com.br/

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  3. Oi Rachel!! Nossa muito interessante seu post, eu acho que comportamentos doentios de pessoas próximas a nós sempre acabam nos afetando mais ou menos, dependendo do indivíduo. Admiro sua coragem de expor esses assuntos de uma forma até "imparcial" e mantendo sua privacidade.

    Bjoss e já anotei esse livro para minhas próximas leituras! ;-)

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  4. Adorei a dica dos livros, vou dar uma olhada. Eu mesma sou uma pessoa que me deixo muito sugar. Tenho que reverter isso!

    Tenha uma excelente semana!

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  5. vou na "captura" desse livro AGOOOOOOOOOORA.. super valeu a dica.. bjokas lindeza

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  6. Eu sou uma pessoa crítica por natureza e super franca. Sigo uma máxima que minha mãe me legou:" Me magoe com a verdade, nunca com a mentira". E direciono isso muito pra mim mesma. A gente é quem se deixa enganar, as atitudes estão ali, repetidas e você sem se dar conta por preferir não acreditar. Comecei me impondo a dizer "NÃO" quando sentia ser necessário. Hoje, o SIM e o NÃO tem o mesmo peso, a diferença é a escolha que faço, segundo o que realmente quero.

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