28 outubro 2015

Relato obesidade - Dra. Judi Hollis

postado por Cottage Regressiva


Em seu livro, 'As mulheres e a obsessão por comida', a Dra. Judi Hollis, diz que era uma excelente profissional em salvar os outros (principalmente viciados em drogas), mas era uma negação ao lidar com sua própria compulsão (por comida)! Seu corpo tomava um rumo assustador, a gordura tomava conta de si e de seus pensamentos. Até que um dia, já obesa mórbida, precisou olhar no espelho e perguntar: Por que sou tão boa em cuidar dos outros e não sei o que fazer por mim mesma? 

Holli, assim como muitos, preferia não mexer em suas próprias angústias para dar fim ao problema. Ela preferia ajudar os outros e esquecer sua relação disfuncional com sua família desde muito nova, mas foi só quando ela resolveu encarar sua dor emocional, que passou a deixar de ver graça na comida, afinal, nenhum doce ou salgado poderia lhe proporcionar o que ela mais precisava: entrar em contato com si mesma para finalmente eliminar cada rastro doloroso do passado.

Nota: você ajuda o outro quando dá o caminho das pedras (uma palavra, uma dinâmica, uma tarefa) e ele a cumpre. Não existe ótimo trabalho sem que o outro participe, sem que o outro esboce o mínimo desejo por se consertar. 

Matéria ótima com a Dra. Judi Hollis: AQUI 


8 comentários:

  1. Verdade. De tanto fazer dieta/reeducação alimentar, já sei o que devo e o que não devo comer, mas na hora de colocar na prática é um Deus nos acuda. Estou tentando mais uma vez me encontrar e ter uma boa relação com a comida.

    Beijossssssss
    ┌──»ʍi૮ђα ツ

    ResponderExcluir
  2. Levei uma amigo na pro VP semana passada. Tomara q dê certo!!!

    ResponderExcluir
  3. Oii,

    Ja li muito esses livros de porque comemos e já chorei muito. Já entendi também que coloco minhas ansiedades e bysco conforto na comida. Agora entendi que tenho que sair da "analise" e ir para a mudança de pensamento e comportamento. Por isso, acho legal a terapia cognitivo comportamental e focar nas estrategias e ações para mudar de uma vez isso. Estou conseguindo, acho que focar no objetivo e trabalhar a determinação e a resiliência são importantes. Foco a todas. Beijos Livia

    ResponderExcluir
  4. Texto excelente! A mudança genuína só acontece quando há uma (dura) conversa com nós mesmos, com o que somos de verdade. E então, passamos a perceber que o fardo mais pesado, na verdade estava dentro de nós. Abraço, Fran.

    ResponderExcluir
  5. É a mais pura verdade, cuidamos de tanta gente, mas quando chega nossa vez deixamos para depois.
    Precisamos um foco, propósito, saber de corpo e mente onde e como vou chegar a meta.
    Um grande abraço

    ResponderExcluir
  6. é estou iqual ao chapeleiro louco corro corro e não saio do lugar, mais perdida que cego em tiroteio e cachorro na mudança...leio seus posts e adoro pq em muitos sinto que são pra mim as coisas ali escritas....

    ResponderExcluir
  7. Que bom que foi descobrir o seu blog!!
    Desejo-lhe toda a sorte para continuar caminhando e ajudando os outros na caminhada. A mim vai ajudar com certeza!
    Seja feliz!

    ResponderExcluir
  8. não me vingo emocionalmente na comida mas sim no cabelo, cada mudança na minha vida com a qual eu não esteja satisfeita é um corte radical pelo queixo...temos todos mecanismos para esconder ansiedades ou tristezas, só temos de os saber controlar, e isso ou se aprende com a experiencia ou tem de ser controlado por um profissional.
    beijinhos , boas entradas!

    ResponderExcluir